Mapa Capilar
O produto final — um PDF profissional com scorecard, hipótese tricológica, evidências cruzadas e protocolo terapêutico em 4 fases, com regras de segurança na prescrição.
Leitura · ~15 min
O que é o Mapa Capilar
O Mapa Capilar é o laudo gerado pela IA a partir da anamnese do paciente e dos seus exames laboratoriais já processados. Ele entrega:
- Score Geral RPS — percentual único de saúde capilar metabólica do paciente
- Scorecard por sistema — pontuação em % em cada um dos 11 sistemas biológicos
- Marcadores individuais — valor coletado, faixa do laboratório, faixa RPS e status de cada marcador
- Análise clínica detalhada — até 5 cards com os marcadores que mais pedem atenção, na ordem de prioridade
- Hipótese tricológica — hipóteses clínicas, em linguagem de sugestão nos Mapas novos, com as evidências que as sustentam (nos Mapas anteriores, a seção se chama Diagnóstico Sindrômico)
- Protocolo terapêutico em 4 fases — 12 meses de suplementação com produto, dosagem, frequência e observações para farmácia, incluindo a fórmula moduladora manipulada quando ela está indicada
- Lista de exames de controle — quais exames repetir e quando
O que mudou em outubro de 2026
1. Antes de gerar — o que precisa estar pronto
Para que o Mapa Capilar tenha o máximo de precisão, confirme dois pontos:
- Anamnese completa: o paciente respondeu o quiz e você já tem o pré-diagnóstico gerado em Anamnese → Resultado.
- Exames enviados e processados: o upload dos PDFs ou imagens foi feito e o sistema extraiu os marcadores (status Processado na aba de exames). Quanto mais marcadores extraídos, mais rico fica o scorecard RPS.
A anamnese também alimenta as regras de segurança
Gerar sem exames enfraquece o laudo
2. Gerar o Mapa Capilar
O botão Gerar Mapa Capilar fica na tela de resultado da anamnese, no passo 3 do fluxo de investigação.
Consome 1 Crédito de Mapa
Acesse o prontuário do paciente
No menu lateral, vá em Pacientes e abra o paciente. Na aba Anamneses, clique na investigação mais recente para abrir a tela de resultado.Confirme os exames processados
Na tela de resultado, o passo 2 do fluxo mostra quantos exames foram processados. Se quiser incluir exames anteriores para calcular a evolução laboratorial, clique em Enviar exames anteriores e faça o upload. Quando há exame anterior lido, a caixa Incluir evolução laboratorial aparece no passo de geração e já vem marcada se a leitura não gerou avisos. Se a tela mostrar um aviso (por exemplo, de identidade do paciente), a caixa vem desmarcada, e você decide se a marca depois de conferir.Clique em Gerar Mapa Capilar
Um diálogo de confirmação aparece mostrando quantos créditos você tem. Confirme clicando em Gerar. O sistema redireciona para a tela de progresso com as etapas em andamento.Acompanhe a geração
A tela mostra as etapas em tempo real (leva em média 1 a 2 minutos). Você pode fechar a aba — a geração continua no servidor e o Mapa fica disponível no prontuário quando concluir.Mapa gerado — revisão e edição
Ao concluir, o sistema redireciona automaticamente para a página do Mapa Capilar gerado, onde você visualiza, edita e aprova cada seção antes de entregar ao paciente.

3. O que tem dentro do Mapa Capilar
Score Geral RPS
Pontuação única em % que resume a saúde capilar metabólica do paciente, calculada pelo Sistema RPS a partir de todos os marcadores extraídos dos exames.
Scorecard dos 11 sistemas biológicos
Cada sistema tem uma barra de progresso colorida mostrando sua pontuação. As cores seguem as 4 faixas do Sistema RPS:
Faixas canônicas do scorecard
Os 11 sistemas avaliados:
- Nutricional — Ferritina, Ferro, Vitamina D, B12, Zinco, Ácido Fólico
- Tireoidiano — TSH, T4 Livre, T3 Livre
- Metabólico — Glicose, Insulina, HOMA-IR
- Inflamatório — PCR, Homocisteína
- Hormonal — Testosterona, DHT, SHBG, Estradiol, LH, FSH, Prolactina
- Hepático — TGO, TGP
- Renal — Creatinina, Ureia, Ácido Úrico
- Lipídico — Colesterol Total, LDL, HDL, Triglicerídeos
- Imunológico — IGF-1
- Adrenal — Cortisol
- Hematológico — Hemograma completo
Marcadores individuais
Tabela com todos os marcadores extraídos dos exames. Cada linha mostra: valor coletado do paciente, faixa de referência do laboratório, meta RPS otimizada para o folículo capilar, pontuação RPS em % e status (ótimo / adequado / limítrofe / insuficiente / elevado; nos Mapas novos, a posição do valor contra a meta RPS, como explicado mais abaixo).
Os exames e os marcadores aparecem agrupados por painel clínico — Hematológico, Nutricional, Tireoidiano, Metabólico, Lipídico, Hepático, Renal, Inflamatório, Hormonal, Adrenal, Imunológico e Tóxicos —, na mesma ordem na tela, no PDF, no DOCX e no portal do paciente. Marcador que não se encaixa em nenhum painel conhecido cai em Outros, visível, em vez de sumir da lista.
Leitura por eixo, não por ordem de chegada
Como ler a tabela nos Mapas novos
Nos Mapas novos (os que trazem o título Hipótese tricológica), a tabela separa duas perguntas: o valor está dentro da faixa do laboratório? E está dentro da meta RPS?
- VR Lab traz o selo VR do laboratório: dentro, VR do laboratório: acima ou VR do laboratório: abaixo — ou sem faixa do laboratório, quando a faixa não pôde ser lida. Abaixo do mínimo, a célula acrescenta “X% abaixo do mínimo do laboratório”.
- Status mostra a posição contra a meta RPS: Abaixo da meta, No limite da meta, Na meta, Acima da meta ou Sem meta. Quando o valor é crítico, o selo Crítico (baixo) ou Crítico (alto) continua no lugar.
- Acima da tabela ficam os contadores fora do VR do laboratório e fora da meta RPS, e a legenda da barra: cinza é a faixa do laboratório, verde é a meta RPS e o traço é o valor.
Os dois selos andam separados de propósito: a meta RPS é pensada para o folículo e não coincide, necessariamente, com a faixa do laboratório. Um valor pode estar dentro de uma e fora da outra.
PCR ultrassensível com selo de conferência
A PCR ultrassensível às vezes chega em mg/dL, e a unidade nem sempre combina com a faixa impressa pelo laboratório. Em vez de pontuar um número que pode estar na escala errada, o Mapa marca a PCR com um selo ao lado do nome, na tabela Marcadores RPS da tela (passe o mouse sobre o selo para ler a explicação):
| Selo | O que aconteceu | Pontua? |
|---|---|---|
| Convertida de mg/dL | A PCR veio em mg/dL sem a faixa de referência completa do laboratório. O sistema a converteu para mg/L (1 mg/dL = 10 mg/L) e mostra valor, faixa e meta em mg/dL. | Sim, na escala convertida |
| Confirmar unidade | A PCR veio em mg/dL, mas a faixa impressa tem máximo de 3 ou mais, típico de mg/L. | Não, até a unidade ser confirmada |
| Confirmar resultado | A PCR veio em mg/dL com só o limite máximo, e o resultado é igual a esse limite — o que costuma indicar um resultado do tipo “inferior a”, sem o valor exato. | Não, até o resultado ser confirmado |
A PCR que não pontua sai do score e do scorecard; o resto do Mapa segue normalmente. Confira o valor e a unidade no laudo original do laboratório antes de interpretar a PCR ou liberar o Mapa.
Glicose, HbA1c, homocisteína e ácido úrico
Nesses quatro marcadores, o que pesa contra o folículo é o valor alto. Por isso, nos Mapas novos, um valor baixo que ainda está dentro da faixa do laboratório deixa de contar como déficit no RPS: a meta passa a começar no mínimo da faixa do laboratório ou, se for maior, no limite de segurança do exame (glicose 70 mg/dL, HbA1c 4,0% e ácido úrico 2,1 mg/dL; na homocisteína vale o mínimo do laboratório). Valor abaixo desse limite ou abaixo da faixa do laboratório segue sinalizado como antes.
A regra só vale quando o laboratório informou a faixa completa, na unidade esperada. Se você definiu uma faixa personalizada para o marcador, a sua faixa continua valendo e a regra não mexe na meta.
Anti-TPO e anti-TG com limite máximo
Muitos laboratórios informam os anticorpos da tireoide só com o limite máximo (por exemplo, < 34). O Mapa lê esse limite e compara o resultado com ele: nos Mapas novos, a coluna VR Lab mostra o < 34 e o selo diz se o valor está acima ou dentro do limite do laboratório, em vez de sem faixa do laboratório.
Exames lidos antes desta melhoria
Análise clínica detalhada: o que vem primeiro
Os cards da Análise Clínica Detalhada (no Word, Interpretação Tricológica Detalhada), no máximo 5, agora são escolhidos por um critério fixo, antes de a IA redigir o texto. A ordem de prioridade é:
- marcadores fora da faixa do laboratório que pedem avaliação, principalmente na tireoide e em ferro e outros nutrientes, e os marcadores com selo crítico;
- os demais marcadores fora da faixa do laboratório que pedem acompanhamento;
- por último, marcadores dentro da faixa, mas fora da meta RPS (otimização).
Quando há sinal na tireoide, o eixo inteiro (TSH, T4 livre, T3 livre e anticorpos) entra num único card.
Pontos de atenção (só para a equipe)
O que está claramente fora da faixa e não coube nos cards não some: aparece na tela do Mapa, em dois lugares. O alerta Atenção prioritária, antes do Score, quando há encaminhamento urgente; e a seção Pontos de atenção, depois dos Marcadores RPS, agrupada em Sugerir avaliação, Acompanhar e Informativo. As duas levam o selo Só para a equipe e não vão ao PDF, ao Word nem ao portal. Mapas anteriores não têm essa lista.
Hipótese tricológica
Hipóteses clínicas cruzadas entre anamnese e exames, com as evidências que sustentam cada uma. A linguagem é de sugestão: o texto descreve padrões compatíveis e sugere avaliação, sem fechar diagnóstico. Nos Mapas anteriores, a seção se chama Diagnóstico Sindrômico, e os sintomas de cada card aparecem como Sintomas Metabólicos (nos novos, Sinais que podem estar associados).
Contas com o Modo Prescrição ativo seguem com os rótulos e a linguagem anteriores, escritos para quem assina a prescrição; os achados priorizados e as regras de segurança valem do mesmo jeito.
Evolução laboratorial na mesma régua
Quando o Mapa inclui a evolução, o card Evolução Laboratorial compara cada marcador entre a coleta anterior e a atual. Nos Mapas novos, o RPS das duas coletas é calculado com a meta atual do marcador (a legenda diz RPS das duas coletas pela meta atual), então ↑ Melhorou, ↓ Piorou e → Estável comparam a mesma régua, e não duas metas diferentes. A tabela ganha também a coluna Gráfico, com a barra do marcador e o traço da coleta anterior. Algumas linhas ficam fora da régua comum (por exemplo, o DHT, cuja meta depende da testosterona de cada coleta), e a legenda diz quais.
Anti-TPO e anti-TG aparecem só com os valores: o título de um anticorpo não se lê como melhora ou piora entre coletas, e a linha vem sem seta e sem RPS. Essa exibição vale também ao abrir um Mapa já emitido que tenha evolução: a direção que estava gravada não muda, mas deixa de ser mostrada para esses dois anticorpos.
Protocolo terapêutico — 4 fases em 12 meses
| Fase | Duração | Foco |
|---|---|---|
| Fase 1 — Aguda | Mês 1–2 | Estabilizar deficiências críticas |
| Fase 2 — Estabilização | Mês 3–5 | Ajustar suplementação e hábitos |
| Fase 3 — Otimização | Mês 6–9 | Atingir faixas RPS em todos os sistemas |
| Fase 4 — Manutenção | Mês 10–12 | Acompanhamento com reavaliação |
Documentos destacáveis
Além do laudo principal, o Mapa Capilar pode conter até 3 documentos extras que você aprova individualmente antes de entregar ao paciente:
- Lista de Exames de Controle — quais exames repetir, instruções de coleta e prazo de retorno
- Observações para a Farmácia — manipulação e cuidados especiais
- Protocolo Tópico — recomendações de linha tópica (ex.: Lorem Capillus)
Biotina antes da coleta de tireoide
4. Fórmulas manipuladas: como o sistema protege a prescrição
Em casos de alopecia androgenética (padrão masculino ou feminino) com sinais metabólicos, o protocolo pode incluir uma fórmula moduladora manipulada: a Fórmula Moduladora AGA Masculina ou a Fórmula Moduladora FAGA Feminina (com o nome da linha da casa, nas clínicas que usam uma). A fórmula vem descrita item a item — componente, dose e justificativa de cada ativo — e você a edita em Editar suplementação, como no restante do protocolo.
Depois que a IA escreve o protocolo, o sistema confere o texto contra a anamnese e aplica regras de segurança. Isso acontece em todo Mapa gerado ou regenerado, e o que o sistema fez fica registrado para você conferir.
Gestação, amamentação e puerpério
Com gestação, amamentação ou bebê com menos de 12 meses registrados na anamnese, saem de qualquer fórmula do protocolo — inclusive das fórmulas que a IA escreve fora da fórmula moduladora:
- Saw Palmetto, Spearmint, Pygeum, DIM, urtica, beta-sitosterol, ashwagandha e berberina;
- o Recuperare Hair (nutracêutico oral da linha da casa, nas clínicas que usam essa linha), inclusive a linha dele nos itens prontos da fase e a dose dele na fase;
- na gestação, também o selênio e a vitamina A pré-formada acima de 10.000 UI por dia (a vitamina A sai também dos itens prontos da fase).
Os ativos do primeiro item da lista (Saw Palmetto, Spearmint e os demais) que estiverem nos itens prontos de uma fase, e não dentro de uma fórmula, não são retirados automaticamente: o sistema só os sinaliza em Para conferir (veja o card Ajustes do sistema na fórmula, mais abaixo). Confira os itens das fases, inclusive o selênio na gestação, antes de liberar.
Magnésio, cromo e os cofatores continuam, e a fórmula moduladora não é indicada nesse período. A fase 1 ganha o aviso “Itens retirados por segurança na gestação ou lactação: … Revise antes de liberar.”, com o nome de cada item retirado. Com bebê de 12 a 24 meses e sem amamentação registrada, nada sai, mas, se alguma fórmula tiver um desses ativos, a fase 1 pede que você confirme se há amamentação.
Hepatite
Com hepatite ou outra hepatopatia registrada nas condições de saúde, saem da fórmula moduladora a berberina, o R-ALA, a curcumina e o Ganoderma — e, na fórmula masculina, também a ashwagandha. A fase 1 ganha uma nota Ajuste pela anamnese com os ativos que saíram “por precaução hepática registrada na anamnese”. A nota não nomeia a doença porque o critério de transição acompanha o Word e os PDFs.
Anticoagulante ou antiagregante
Quando o campo Quais medicamentos? da anamnese registra um anticoagulante ou antiagregante (como varfarina ou AAS), saem da fórmula os ativos com efeito antiplaquetário: na fórmula masculina, Pycnogenol, Ginkgo, curcumina e Ganoderma; na feminina revista, Pycnogenol, curcumina e Ganoderma.
O sistema só enxerga o medicamento quando ele está escrito na anamnese. Por isso, a posologia da fórmula traz sempre a orientação “Em uso de anticoagulante ou antiagregante (como varfarina ou AAS), sugere-se conversar com o profissional antes de iniciar.” Pergunte ao paciente e confirme.
Quando a fórmula fica adiada, a fase 1 explica o motivo
Em alguns casos o sistema não inclui a fórmula moduladora agora. Em vez de a fórmula simplesmente não aparecer, a fase 1 traz, no Critério de transição, uma frase com o motivo e com a sugestão de quando reavaliar:
- Ferritina baixa (fórmula masculina e feminina): sugere-se iniciar a fórmula depois da correção da ferritina, com reavaliação no exame de controle.
- Gestação, amamentação, bebê com menos de 12 meses ou tentativa de gestação (feminina): fórmula não indicada; sugere-se reavaliar depois desse período ou, na tentativa de gestação, se o plano mudar.
- Condição registrada na anamnese, como câncer, condição hormônio-sensível ou imunossupressão (feminina): fórmula não indicada pela condição; sugere-se reavaliar com o médico assistente.
- Condição da tireoide (feminina): sugere-se iniciar a fórmula depois da reavaliação dos exames da tireoide com o médico.
Fórmula feminina revista pela evidência
A fórmula moduladora feminina foi revista seguindo a evidência disponível para mulheres:
- o núcleo ficou mais enxuto: Saw Palmetto e óleo de abóbora (Cucurbita pepo). Saem Urtica, Astaxantina e DIM;
- o Pycnogenol entra só na pós-menopausa declarada, sem reposição hormonal em uso, e sai com anticoagulante, doença autoimune ou imunomodulador;
- câncer de mama ou ginecológico (em tratamento ou já tratado), terapia hormonal para câncer e tentativa de gestação adiam a fórmula, com o motivo na fase 1;
- o pré-requisito da tireoide (“tratar a tireoide primeiro”) segue a faixa do laboratório: TSH ou T4 livre fora da faixa, ou anticorpo da tireoide elevado junto com TSH alto, adiam a fórmula, assim como diagnóstico ou levotiroxina registrados. Um T4 livre baixo-normal, mas dentro da faixa, não adia sozinho.
Mulheres em idade fértil. Considera-se em idade fértil quem não declarou menopausa, histerectomia ou ooforectomia e tem menos de 55 anos; sem a idade informada, o sistema também considera idade fértil, para errar do lado da segurança. Para elas, a posologia da fórmula traz a orientação “Não indicada na gestação nem na amamentação. Em idade fértil, sugere-se o uso somente com método contraceptivo eficaz, suspendendo ao planejar gravidez e avisando o profissional.” Quando a fórmula tem Saw Palmetto ou Spearmint, a fase 1 ganha também um aviso para você confirmar que não há gestação e que há método contraceptivo eficaz — o Saw Palmetto pode reduzir o efeito do anticoncepcional hormonal e da reposição hormonal. Quem não pode engravidar e declara reposição hormonal recebe, na fase 1, um aviso parecido sobre essa interação.
O card “Ajustes do sistema na fórmula”
Na tela do Mapa, logo antes do Protocolo Terapêutico, o card Ajustes do sistema na fórmula mostra o que o sistema fez na geração. Ele leva o selo Só para a equipe: não vai ao PDF, ao Word, ao Laudo Unificado nem ao portal. Só aparece quando houve algum ajuste, e Mapas anteriores não o têm.
- Itens retirados da fórmula — o que saiu e por qual regra, por exemplo: “Saw Palmetto e Spearmint (fase 1) saíram pela regra de segurança da gestação e da lactação (ativo de eixo hormonal).” O mesmo ativo pode seguir em outra fórmula ou nos itens da fase.
- Para conferir — o que continua no laudo e pede a sua decisão, porque o sistema não o retira. Por exemplo: um ativo que uma condição da anamnese tira da fórmula moduladora, mas que aparece em outra fórmula; vitamina A de dose ilegível na gestação; ou menção a ativo de eixo hormonal em algum campo do laudo.
- Avisos escritos na fase 1 — os avisos descritos acima, como estão no critério de transição da fase 1. Se a lista de itens for longa, o aviso pode aparecer encurtado no campo; o card traz a lista completa.
O card sugere conferir as fases citadas no editor do protocolo antes de liberar. Numa fase que a equipe editou, vale o texto da equipe.
Antes de liberar um Mapa com fórmula
- Leia o card Ajustes do sistema na fórmula, quando ele aparecer.
- Abra Editar suplementação e leia os avisos no Critério de transição da fase 1. Eles são escritos para quem prescreve e acompanham o Word e os PDFs assim que a fase é aprovada; se preferir, ajuste o texto antes de aprovar.
- Em mulheres em idade fértil, confirme que não há gestação e que há método contraceptivo eficaz antes de iniciar a fórmula.
- O sistema só considera o que está na anamnese. Se faltar um medicamento ou uma condição, ajuste a fórmula no editor.
5. Revisar e editar o laudo
O Mapa gerado é um rascunho. Antes de entregar ao paciente, revise cada seção e ajuste o que precisar. Tudo é editável — e o texto original da IA fica preservado; você pode restaurar a qualquer momento.
Editar seções de texto livre
Nas seções Síntese Executiva, Hipótese tricológica (Diagnóstico Sindrômico, nos Mapas anteriores), Observações sobre o Protocolo, Protocolo Tópico e Observações Finais do Profissional, clique no botão Editar ao lado do título. Um editor de texto se abre com:
- O texto atual (IA ou sua última edição)
- Botão Restaurar texto da IA para desfazer suas alterações
- Contador de caracteres (limite de 8.000)
Ao salvar, o badge editado aparece ao lado do botão — sinal visual de que aquela seção tem override ativo. As edições aparecem no PDF e no Word no lugar do texto da IA.
Editar o Protocolo Terapêutico por fase
Cada fase do protocolo pode ser editada individualmente. Clique em Editar suplementação no cabeçalho do protocolo para abrir o editor estruturado. Você pode ajustar produtos, dosagens, frequências, observações para farmácia e o Critério de transição entre fases — sem precisar reescrever em texto livre. É nesse campo que ficam os avisos de segurança que o sistema escreve na fase 1 (seção 4).
Editar a Lista de Exames de Controle
Clique em Editar na seção Lista de Exames de Controle para ajustar quais exames estão na lista, as instruções de coleta e o prazo de retorno antes de aprovar.
Aprovar os documentos destacáveis
Cada documento destacável (Lista de Exames, Observações para Farmácia, Protocolo Tópico e Fase 1 do Protocolo) tem um botão de aprovação próprio. Um documento em rascunho aparece com borda amarela pontilhada; aprovado, com borda verde sólida e badge Aprovada. O card Pronto para entrega mostra o progresso e só libera o envio ao paciente quando todos estiverem aprovados.
Aprovações e regeneração
Se você regenerar o Mapa Capilar depois de já ter aprovado seções, as aprovações de seções sem override voltam para rascunho — o sistema avisa quantas serão afetadas antes de confirmar. Seções que você editou manualmente preservam suas edições e aprovações ao regenerar com a opção Preservar minhas edições.
Regenerar consome 1 crédito e parte da mesma base de informações do gerar: a tricoscopia mais recente do paciente, as condições de coleta registradas e a idade. É também o jeito de aplicar as regras novas a um Mapa antigo. Numa fase que você editou, vale o seu texto: confira o que o sistema ajustaria na fórmula.
6. Exportar: PDF e Word
Na parte superior da página do Mapa Capilar, dois botões de exportação estão sempre disponíveis:
- PDF — documento com capa da clínica, logo em todas as páginas, scorecard visual, protocolo completo e disclaimer médico. Clique e o arquivo abre em nova aba para baixar ou imprimir.
- Word (.docx) — versão editável para ajustes de formatação ou uso em prontuário eletrônico externo.
Se você personalizou faixas RPS em Personalizar IA, o PDF indica “Faixas personalizadas” em vez das referências canônicas.
7. Compartilhar com o paciente e entregar
Quando o Mapa estiver revisado, você pode disponibilizá-lo no portal do paciente:
Ative o compartilhamento no portal
Clique em Compartilhar Mapa Capilar com o paciente (card na parte superior da página do Mapa). O paciente passa a ver o Mapa no portal dele em tricologia.io/portal. Você pode desativar a qualquer momento para ocultar.(Opcional) Gere o Laudo Unificado
Se o paciente também tem uma sessão de tricoscopia, combine os dois em um Laudo Unificado — um único documento com síntese integrada. O card de entrega orienta esse fluxo.Avise o paciente pelo WhatsApp
Quando todos os documentos estiverem aprovados e o Laudo Unificado estiver finalizado, o card Pronto para entrega libera o botão Enviar WhatsApp com a mensagem pré-formatada — ou copie a mensagem e envie pelo canal que preferir.Imprima ou envie o PDF diretamente
Se preferir entregar sem o portal, use o botão PDF para baixar e compartilhar por WhatsApp, e-mail ou impressão.
8. Histórico de Mapas Capilares
Todos os Mapas gerados ficam arquivados em duas vias:
- Prontuário do paciente → aba Mapas — todos os Mapas do paciente em ordem cronológica, com data de geração e score geral.
- Relatórios (menu lateral) — visão global de todos os Mapas de todos os pacientes, com filtros por data e paciente.
Em ambas as visões você pode clicar em qualquer Mapa para abrir, rebaixar o PDF e comparar com versões anteriores do mesmo paciente.


Some a tricoscopia em um único laudo
Dicas pra otimizar o dia a dia
Revise anamnese e exames antes de gerar
Personalize as faixas RPS para o seu padrão clínico
Use a Síntese Executiva para personalizar o discurso clínico
Aprove as seções progressivamente conforme a consulta avança
Use Regenerar com IA quando novos exames chegarem
Inclua evolução laboratorial na reavaliação
O que mudou e o que você precisa fazer
Mapas já emitidos não mudam
As novidades valem para os Mapas gerados ou regenerados a partir de agora. Um Mapa antigo continua como foi emitido: o botão Recalcular gráfico refaz os números com as regras com que aquele Mapa foi gerado, sem aplicar as regras novas.
Para aplicá-las, use Regenerar com IA, que consome 1 crédito. A única exceção é a exibição de anti-TPO e anti-TG na evolução laboratorial, que também muda ao abrir um Mapa já emitido (veja Evolução laboratorial na mesma régua, acima).
O que mudou
- Achados priorizados. Os cards da Análise Clínica Detalhada destacam primeiro o que está fora da faixa do laboratório, e o restante vai para os Pontos de atenção (só para a equipe). Nos Mapas novos, o texto usa linguagem de sugestão e hipótese (fora do Modo Prescrição).
- PCR ultrassensível em mg/dL. Quando unidade ou resultado parecem incoerentes com a faixa impressa, a PCR sai do score e ganha o selo Confirmar unidade ou Confirmar resultado; quando foi convertida, o selo é Convertida de mg/dL.
- Glicose, HbA1c, homocisteína e ácido úrico. Valor baixo que ainda está dentro da faixa do laboratório deixa de contar como déficit no RPS.
- Anti-TPO e anti-TG com só o limite máximo (< N): o Mapa lê o limite e compara o resultado com ele.
- Evolução entre duas coletas. O RPS das duas coletas usa a meta atual, então melhora e piora ficam comparáveis.
- Instruções de coleta. Com biotina declarada ou possível e exames de tireoide, o Mapa orienta pausar o suplemento antes da coleta.
- Regenerar. Usa a mesma base do gerar: tricoscopia, condições de coleta e idade.
- Fórmulas manipuladas. Regras automáticas de segurança (gestação e amamentação, hepatite, anticoagulante), fórmula adiada explicada na fase 1, fórmula feminina revista e o card Ajustes do sistema na fórmula, só para a equipe.
O que você precisa fazer
- Antes de liberar um Mapa com fórmula, conferir o card Ajustes do sistema na fórmula e os avisos da fase 1.
- Quando a PCR aparecer com selo, conferir o valor e a unidade no laudo original do laboratório.
- Em mulheres em idade fértil, confirmar que a gestação está descartada e que há método contraceptivo eficaz antes de iniciar a fórmula feminina.
- Revisar as faixas RPS personalizadas em Configurações → Faixas RPS (veja Clínica, equipe e catálogo): onde há faixa sua, ela continua valendo e as regras novas não mexem na meta.
- Se um Mapa antigo ainda orienta um paciente em acompanhamento, regenerá-lo para aplicar as regras novas (1 crédito).
Próximo passo
